| Viagem a um país imaginário |
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| Terça, 27 Fevereiro 2007 | |
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Certo dia, enquanto passeava perto de um porto, fui raptado por um bando de piratas. Não sei bem o motivo do rapto, mas não foi por dinheiro, vingança ou outro semelhante. Levaram-me dentro de um barco e deixaram-me numa ilha desconhecida. Caminhei, caminhei... Andei durante cinco horas até encontrar uma pequena tribo. Nessa tribo conheci pequenos nativos de todas as idades. Olhei para eles e pareceu-me tudo completamente normal, mas pus-me a pensar e reparei que eles não tinham qualquer tipo de hábitos. Limitavam-se a estar parados, quietos, durante horas e horas. Tive de tomar uma atitude. Os nativos pareciam todos muito simpáticos e amigos, mas não o podiam expressar, pois não havia hábitos. Levei-os a dar uma volta à ilha e a conhecê-la. Ensinei-lhes o nome dos animais e das plantas... Mostrei-lhes como pescar e como caçar. Ensinei-os a cozinhar e a lavar a loiça que sujavam, ou os materiais de madeira, no caso dos primitivos. Ensinei-os a falar e dei-lhes aulas de Português e Matemática, as disciplinas básicas para a aprendizagem. Achei que lhes tinha ensinado tudo, mas reparei que faltava qualquer coisa. Faltava ensinar-lhes como fazer uma cama para poderem dormir. E assim foi, após tudo isto eles começaram a viver melhor e a evoluirem cada vez mais depressa e cada vez melhor. Tornaram-se numa tribo super-desenvolvida. Esqueci-me apenas de uma coisa. De os ensinar a combater e a lutar contra povos inimigos. E para minha tristeza, foi isso que aconteceu. Um bando de piratas pilhou a tribo e apoderou-se do local, fazendo com que eles sentissem medo e fugissem. David Honório nº10 8º1ª |
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