| Datas comemorativas, feriados, festas religiosas, festas populares... |
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| Quinta, 15 Fevereiro 2007 | |
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Vou começar por me apresentar, chamo-me Inês Ramos e frequento o 7º.Ano. Este ano resolvi, novamente, fazer parte do "CLUBE DE JORNALISMO". Comecei pelas datas do 1º. Período em vez de iniciar o meu estudo pelo início do ano civil, visto que, para mim que sou aluna o ano lectivo é o começo do meu trabalho de cada ano. Para obter informações sobre estas datas consultei as seguintes fontes: Ø LEXICOTECA, edição do Círculo de Leitores 5 de Outubro O germe da República em Portugal remonta à Revolução Francesa e à célebre trilogia: liberdade, igualdade e fraternidade. Liberdade de pensamento, igualdade jurídica de todos os cidadãos, solidariedade entre as classes sociais. O partido republicano foi criado em Portugal em 1876. Os grandes mentores da República foram entre outros: Elias Garcia, Manuel de Arriaga, Magalhães Lima, Agostinho da Silva. O partido republicano defendia a prática de eleições livres, a adopção de uma constituição votada pelos representantes do povo, a subordinação do poder executivo ao poder legislativo. A República é pois o regime lógico assente na escolha popular - A DEMOCRACIA. Nas comemorações do centenário da morte de Camões em 1880, foram divulgadas as ideias republicanas através de comícios de propaganda política visto que faziam parte da comissão executiva das festas camonianas, os republicanos: Teófilo Braga, Ramalho Ortigão, Magalhães Lima, Pinheiro Chagas, entre outros. Assim, o nome de Camões ficou ligado ao movimento republicano que acabou por consolidar a unidade do novo partido. Coincidindo com as comemorações camonianas foi inaugurada a iluminação pública, as chamadas "luminárias", o que fez aderir o povo às comemorações e consequentemente à participação de todos nos comícios de propaganda política promovidos pelo partido republicano. Deste modo, tentei fazer uma breve " história" da razão do feriado a 5 de Outubro, embora reconheça que é bastante incipiente e que lhe falta rigor histórico. 1 de Novembro Este dia está na composição do calendário liturgíco em que constavam as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho da sua fé. A celebração conjunta de vários mártires no mesmo dia e lugar, deve-se ao facto de ter havido o martírio de grupos inteiros de cristãos e também de partilha das festividades entre as diosses por onde tinham passado e se tinham tornado conhecidos. A partir da perseguição Diocleciano o número de mártires era tão grande que não se podia designar um dia do ano para cada um. No século IV em Antióquia foi celebrado um dia comum a todos os Santos no domingo seguinte ao de Pentecostes, comemorações que se mantêm nas igrejas ortodoxas. Inicialmente só alguns mártires eram considerados heróicos pelas suas virtudes. Posteriormente a designação " Todos os Santos" pretende celebrar todos os cristãos que se encontram na glória de Deus tenham ou não sido canonizados. No século V a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos. No século X o abade de Cluny pedia aos monges que orassem por todos os mortos. Desde o século XI que os papas Silvestre II, João XVII e Leão IX obrigam a comunidade cristã a dedicar um dia aos mortos. A partir do século XIII o dia dos mortos passa a ser o dia 2 de Novembro, porque o dia 1 de Novembro é a festa de todos os Santos. O dia de S. Martinho celebra-se a 11 de Novembro, data em que este Santo foi a enterrar no ano de 397 em Tours, França. A coincidência de data da sua morte com a altura do calendário rural em que terminam os trabalhos agrícolas e se começa a usufruir das colheitas dos frutos, termina a fermentação do vinho, faz com que a festa deste Santo tenha uma componente lúdica que na época presente continua a prevalecer. É no dia de S. Martinho que se abre o vinho novo, se mata o porco, se assam as castanhas... A morte de D. Sebastião, que morreu sem deixar descendente, deu origem a uma crise dinástica. Deste modo Filipe II de Espanha é declarado rei de Portugal. Ao contrário das promessas feitas, o reinado de Filipe II de Espanha, Filipe I de Portugal, foi difícil para os portugueses, aumentavam os impostos, a população empobrecia a cada dia que passava, os burgueses viam-se afectados nos seus interesses, o império português de África e Índia era atacado por holandeses e ingleses. Deste modo, desenvolveu-se uma grande vontade de autonomia de independência consumada em 1640, revolta constituída por nobres e juristas que aclamaram o Duque de Bragança, rei de Portugal. O esforço nacional foi mantido quase 30 anos, durante os quais houve sucessivas tentativas de invasão pelo exército Espanhol. Para estabelecer a paz foi assinado um documento em 1668. Ao mesmo tempo, os portugueses conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, de Angola e de S. Tomé e Príncipe. Além disso, a Restauração de 1640 ocorre ao mesmo tempo em que os países baixos ( actualmente Holanda, Bélgica e Luxemburgo) travam lutas contra o domínio espanhol. O império espanhol está ameaçado e tem de gerir conflitos em várias frentes. A província da Catalunha revolta-se exigindo a independência. É o momento certo para em Portugal eclodir a revolução contra o domínio espanhol. A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de revoltosos segue para o palácio da governadora que depõem e executam o principal responsável governativo. Proclamam D. João, duque de Bragança, rei de Portugal, com o nome de D. João IV. Estava de novo restaurada a soberania portuguesa. Eis a razão de feriado a 1 de Dezembro. A afirmação da imaculada concepção de Maria é um dogma da igreja que foi definido após longa história de reflexão e amadurecimento. A maternidade divina de Maria é base e origem da sua Imaculada Conceição. Maria viveu para ser mãe de Jesus Cristo. Desde os primeiros séculos depois de Cristo, tanto no Oriente como no Ocidente os cristãos acreditaram na preservação de Maria do pecado original. No século IV S. Efrém considera que Jesus e Maria são limpos e puros de toda a mancha de pecado. A celebração litúrgica da Conceição de Maria a 8 de Dezembro remonta ao século VII. Nos países católicos, o dia da Imaculada Conceição, 8 de Dezembro é feriado. Nossa Senhora da Conceição foi considerada padroeira de Portugal, a partir do reinado de D. João IV, com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, a 25 de Março de 1646. O Papa Pio XI, em 25 de Março de 1936, confirmou o seu título de padroeira de Portugal. |
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