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Segunda, 27 Março 2006

Poema
caneta 
 
 Na vila de Vilar
Junto ao Patamar
Vivia a sonhar
O doutor  Baltazar.
Mas, sendo militar
Trabalhava no altar.
Num dia de azar
Caiu do patamar
E partiu o calcanhar.
Deixou de andar
O doctor Baltazar
Que partiu para Ovar.
 
 
                           Bruna Faria  e Rita Ribeiro   7º4ª
                                               Língua Portuguesa 
 

Liberdade                  
 pomba
 
Liberdade
É verde como a esperança,
É saborosa como o mel,
Cheira a algo inimaginável,
É suave como a perseverança.               
 
Tem o som de fortes gargalhadas,
Tem o movimento dos pássaros,
É leve como uma pena,
Que me faz sentir bem e amada.
 
Bruno Branco nº2 /João Santos nº12 / Ludmila Garcia nº14
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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